Ou como quem diz: miles to go before I sleep.
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Whose woods these are I think I know.
His house is in the village, though;
He will not see me stopping here
To watch his woods fill up with snow.
My little horse must think it queer
To stop without a farmhouse near
Between the woods and frozen lake
The darkest evening of the year.
He gives his harness bells a shake
To ask if there is some mistake.
The only other sound's the sweep
Of easy wind and downy flake.
The woods are lovely, dark, and deep,
But I have promises to keep,
And miles to go before I sleep,
And miles to go before I sleep.
Robert Frost
Stopping by Woods on a Snowy Evening
(Baucis) Veneza, 2009
Não há alegria maior do que a ociosidade num dia de sol. Para já, celebramos o equinócio.
Há dias em que dentro da minha cabeça só se ouve glu-glu-glu.
(Philemon) Veneza, 2009
(zoom in)
Um dia tropecei na frase de Louise Bourgeois: "Rouge est la couleur du sang". O vermelho-vivo daquela imagem era tão forte, impressionou-me tanto, que nunca mais me abandonou. Por causa disso, tudo aquilo que penso é vermelho. Há, apesar de tudo, todo um universo de conotações implícitas na declaração de uma evidência tão literal.
Baucis and Philemon, 2011
(Philemon) Verona, 2009
«Io e te. Tre metri sopra il cielo...»
(Baucis) Veneza, 2009
As grandes artes só poderiam ter florescido no coração de Itália. A escola veneziana é, naturalmente, o berço de uma poética da luz. A luz de Veneza, esgueirando-se suavmente por entre as vielas, para depois explodir esplendorosa nas praças, só poderia engendrar um universo inteiro de lirismo. Aqui, sentimos falta do som dos nossos passos junto aos canais.