(Baucis) Verona, 2009
(Baucis) Verona, 2009
No regresso a casa, a paragem para beber um Spritz tinha sempre uma praça cheia de gente e os últimos raios de sol. O fim de tarde lento, a expressão serena da alegria.
(Baucis) Veneza, 2009
Não há alegria maior do que a ociosidade num dia de sol. Para já, celebramos o equinócio.
(Philemon) Veneza, 2009
(Philemon) Verona, 2009
«Io e te. Tre metri sopra il cielo...»
(Baucis) Veneza, 2009
As grandes artes só poderiam ter florescido no coração de Itália. A escola veneziana é, naturalmente, o berço de uma poética da luz. A luz de Veneza, esgueirando-se suavmente por entre as vielas, para depois explodir esplendorosa nas praças, só poderia engendrar um universo inteiro de lirismo. Aqui, sentimos falta do som dos nossos passos junto aos canais.
(Baucis) Veneza, 2009
Veneza é estreita. Luminosa e sombria, e tão estreita que (quase) só cabe em fotografias verticais.
(Baucis) Veneza, 2009
(Baucis) Verona, 2009
(Baucis) Verona, 2009
(Baucis) Verona, 2009